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tens algo a dizer? A Minha sopa. Olá. Quem sou eu? Sou o cara da sopa. Já nem sei mais se sou um cara normal. Sou, com certeza, um cara comum, mais um. Acho que já não posso ser considerado muito novo, não cozinho mais na primeira fervura, mas também não sou muito velho ainda. Pelo menos pensar isso é agradável. As idéias, as de hoje pelo menos, ainda estão na cabeça. As de ontem não sei onde foram parar. Apesar de ser interessante acreditar que escrevo porque me dá prazer, já penso que escrevo quando me sinto sozinho. Apenas mais uma mídia. Estou em algum lugar, que não vem ao caso e neste momento posso estar, ou não, comendo sopa. Prove e me diga o que pensas. Mas vá com calma que a sopa pode estar quente, ou fria, ou não ser do seu agrado. Seja camarada. E lembre-se, é sopa, só sopa, nada mais. Não estrague o seu dia por causa da sopa. B Um aviso: A resposta é não. C Outras sopas C2 Estágio probatório de sopas
D Sopas passadas 03.2004 04.2004 05.2004 06.2004 07.2004 08.2004 09.2004 10.2004 11.2004 12.2004 01.2005 02.2005 03.2005 04.2005 05.2005 06.2005 07.2005 08.2005 09.2005 10.2005 12.2005 06.2006 06.2007 10.2008 09.2011
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segunda-feira, julho 11, 2005OS POBRINHOS, A DANÇA DOS MINISTROS E UM LIVROA dança: Entra ministro, sai ministro, tudo igual sob o mesmo céu azul. Viajo para uma cidadezinha do nordeste, a convite do ministério, um desses com-ministro-sem-ministro. Reuniões, decisões, promessas. Nada de mensalão, mas um clima tenso de uma equipe de Brasília, que trabalha sério, e que sofre os respingos da dança. respigos pra todo lado, estamos aqui, esperando que o outro ministro começe mesmo na trabalhar para que possamos dar seguimento ao nosso trabalho. Na verdade continuamos trabalhando, mas sem saber o que vai ser. Dançamos a dança, sem ouvir muito bem a música. Os pobrinhos: Quanto ao nordeste, me supreende sempre a diferença. Um tanto pela riqueza de culturas desse nosso 'mega-país', muito mais pelas infelizes e injustas condições de vida das imensas maiorias nessa nossa 'megda-de-país'. Acho que acho que usei uma palavra muito forte, mas não vou apagar, deixo ali, esperando me arrepender cada dia mais de tê-la usado. Fica ali, por enquanto. Insondável país de dimensões continentais, um país que é mais de um, em todos os sentidos, de muitos povos e de várias línguas. Um livro: Estou lendo Breves Entrevistas com Homens Hediondos, do David Wallace. Das boas coisas que li nos últimos tempos. Um estilo de escrita único, mas com uma tradução beirando o medíocre. Yogi bear é Zé Colméia, senhor tradutor e não Urso Yogi. Só pra começo de conversa. Ryta, esses teus colegas...
Esta sopa ficou pronta às 10:26 AM
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